Aluguel na Zona Sul e Oeste de BH: onde morar e dividir apartamento sendo jovem profissional
Guia para jovens profissionais que querem morar melhor em Belo Horizonte, dividindo apartamento em bairros como Savassi, Funcionários, Lourdes, Santo Antônio, Anchieta e Buritis.
Equipe editorial · 07 de junho de 2026 · 5 min de leitura

Aluguel na Zona Sul e Oeste de BH: onde morar e dividir apartamento sendo jovem profissional
Aluguel na Zona Sul e Oeste de BH é uma das buscas mais comuns entre jovens profissionais que querem morar bem, reduzir deslocamentos e estar perto dos principais eixos de trabalho, serviços e vida urbana de Belo Horizonte.
Para quem está consolidando carreira, saindo da universidade ou começando uma nova fase profissional, a escolha do bairro não é apenas uma questão de endereço. Ela define tempo de deslocamento, estilo de vida, custo mensal, acesso a networking e qualidade da rotina.
Em 2026, o mercado de locação em Belo Horizonte segue valorizado. Os preços variam bastante por bairro, metragem, mobília, condomínio e padrão do prédio, mas a tendência geral é clara: morar sozinho em regiões nobres ficou mais caro. Por isso, dividir apartamento passou a ser uma alternativa realista para quem quer viver melhor sem assumir todos os custos sozinho.
Savassi, Funcionários e Lourdes: o eixo mais desejado
Savassi, Funcionários e Lourdes formam um dos eixos mais desejados por quem quer viver perto de cafés, bares, restaurantes, escritórios, academias, hospitais, coworkings e vida cultural.
A Savassi é forte para quem valoriza movimento, vida noturna, restaurantes e facilidade para encontrar pessoas. É uma escolha interessante para quem trabalha em áreas criativas, consultorias, serviços, tecnologia, comunicação, saúde ou empresas localizadas na região Centro-Sul.
Funcionários tem uma lógica mais prática. Fica bem conectado à área hospitalar, a escritórios, serviços jurídicos, clínicas e à região central. Para médicos, residentes, advogados, profissionais de saúde, consultores e pessoas em início de carreira, pode ser um bairro muito funcional.
Lourdes mantém um perfil mais sofisticado, com prédios de padrão mais alto, restaurantes, serviços e uma rotina urbana mais madura. Em geral, tende a exigir orçamento maior, especialmente para quem busca studio ou apartamento de um quarto em edifícios mais novos.
Nessas áreas, apartamentos compactos podem aparecer em faixas aproximadas entre R$ 2.000 e R$ 3.500 ou mais, sem contar condomínio, IPTU e demais despesas. Em imóveis mais novos, mobiliados ou com lazer completo, o custo pode subir bastante.
Buritis: estrutura, espaço e vida própria na Zona Oeste
O Buritis é uma das principais alternativas da Zona Oeste para quem quer morar em uma região com vida própria. O bairro reúne supermercados, academias, restaurantes, bares, escolas, comércio, serviços e acesso a importantes vias, como Raja Gabaglia, Anel Rodoviário e Barão Homem de Melo.
Para jovens profissionais, o Buritis pode fazer sentido por três motivos: apartamentos mais espaçosos, oferta residencial ampla e uma rotina menos dependente do hipercentro. É o tipo de bairro onde muita coisa se resolve no próprio entorno.
A região também conversa com quem trabalha em polos empresariais fora do Centro, precisa circular pela Zona Oeste ou quer uma vida mais residencial sem abrir mão de estrutura urbana.
O ponto de atenção é a mobilidade. Dependendo do horário e do destino, o deslocamento pode pesar. Antes de escolher imóvel, vale testar o caminho até o trabalho, observar linhas de ônibus, acesso por aplicativo, garagem e tempo real de trânsito.
Dividir apartamento como estratégia, não improviso
Em bairros valorizados, dividir apartamento deixou de ser apenas uma solução de estudante. Para muitos jovens profissionais, virou estratégia de acesso.
Ao dividir aluguel, condomínio, internet, energia, água, faxina e outras despesas, é possível morar em uma região melhor, escolher um prédio mais confortável ou reduzir a pressão financeira mensal.
Em áreas como Funcionários, Savassi, Lourdes, Buritis e bairros próximos, quartos em apartamentos compartilhados podem aparecer em faixas aproximadas bastante variadas, muitas vezes entre R$ 1.000 e R$ 1.800, dependendo de localização, mobília, contas inclusas e padrão do imóvel.
Mas a conta financeira é só uma parte da decisão. Dividir apartamento também envolve privacidade, rotina, visitas, silêncio, limpeza, trabalho em home office e responsabilidade com pagamentos.
Coliving, quarto compartilhado ou apartamento com roommate?
Para quem busca praticidade, o coliving pode ser uma alternativa interessante. Normalmente oferece quarto mobiliado, áreas comuns, contrato mais simples e serviços compartilhados. Pode funcionar bem para quem acabou de chegar em BH, ainda não conhece a cidade ou quer evitar burocracia inicial.
Já dividir apartamento com roommate costuma dar mais liberdade de escolha: bairro, prédio, estilo da casa, regras internas e divisão de custos. Em compensação, exige mais alinhamento entre as pessoas.
O ponto central é entender o próprio momento. Quem trabalha em home office talvez precise de silêncio e internet estável. Quem atua em hospital pode ter plantões e horários irregulares. Quem está em início de carreira pode querer economizar mais. Quem já tem renda mais estável talvez priorize conforto e localização.
Nenhum perfil é melhor que o outro. O problema começa quando perfis incompatíveis dividem a mesma casa sem conversar antes.
Onde o ComparteComigo entra nessa decisão
A escolha de dividir apartamento na Zona Sul ou Oeste de BH não deve ser feita apenas pelo preço do quarto ou pela aparência do prédio. O bairro importa, mas a convivência pesa todos os dias.
O ComparteComigo existe justamente para aproximar pessoas em momentos de vida compatíveis. Não é só sobre encontrar alguém disponível para dividir aluguel. É sobre entender se rotina, orçamento, privacidade, hábitos e expectativas fazem sentido juntos.
Morar em uma região como Savassi, Funcionários, Lourdes ou Buritis pode trazer praticidade, acesso e qualidade de vida. Mas a experiência só se sustenta quando a casa também funciona.
A melhor escolha combina bairro, orçamento e convivência
Para jovens profissionais, a Zona Sul e a Zona Oeste de BH oferecem caminhos diferentes.
Savassi, Funcionários e Lourdes entregam proximidade com trabalho, serviços, networking e vida urbana intensa. Buritis oferece estrutura, espaço, comércio local e uma rotina mais residencial, com boa conexão para diferentes eixos da cidade.
Dividir apartamento pode tornar essas regiões mais acessíveis. Mas a decisão certa não começa apenas com “quanto custa?”. Começa com uma pergunta mais importante: com quem eu consigo dividir a vida cotidiana de forma leve, segura e compatível com minha nova fase?
Equipe editorial
Conteúdos para ajudar você a fazer escolhas melhores sobre moradia, convivência e novas fases.